segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dez anos de muito amor

Meu amor,

Você é um anjo. Talvez, definição melhor não exista.
Sorte a minha ter o privilégio de poder amar uma mulher como você. Tão especial, tão querida, tão meiga, tão tudo!
Desde que começamos a namorar, há exatos dez anos, minha vida mudou por completo. Lembro como se fosse hoje, quando sonhávamos com nosso casamento, o qual agora está tão próximo. Não vejo a hora de passar todos os dias ao seu lado, desfrutando do seu carinho e do seu amor. Quanto mais tempo ficamos juntos, mais o meu amor cresce. Impossível mensurar o quão é grande o carinho que sinto por você. Tenho apenas medo de explodir, pois meu corpo é pequeno para suportar tamanho sentimento.
Só tenho a agradecer por você ser essa mulher incrível. Sem você, minha vida não teria graça. No meu interior, há muito mais amor de que você pode imaginar e compreender. Se você tivesse idéia, ficaria assustada.
Parabéns, minha linda, pelos inesquecíveis dez anos que juntos passamos. Muitas pessoas tentam, mas poucas conseguem um amor tão belo quanto o nosso.
Amo você com todo meu amor e com toda minha força!
Com carinho, teu Kelvim.

sábado, 11 de outubro de 2008

10 inesquecíveis anos


Parece que foi ontem, quando Eu, o Marcolino, o Thiago e o Juliano estávamos sentados na varanda da casa do Marco e tivemos a brilhante idéia de combinarmos a grande festa. Mal sabíamos que ao estarmos ali, conjeturando sobre o futuro longínquo, estávamos dando origem à nossa turma – a melhor das turmas.

Se não a maior, a mais democrática, já que cada indivíduo - com as peculiaridades que lhe são inerentes - faz dela uma turma diferente.

Tenho orgulho em fazer parte deste grande grupo de amigos. Embora todos nós saibamos que nossa turma é rodeada de defeitos, sabemos também que ela é dotada de seres de inigualáveis qualidades.

Dez anos é muito tempo. Somente grandes amizades poderiam resistir a tamanho lapso temporal. Todos vocês - convidados para festa -, de alguma maneira, fazem parte de minha vida, o que me deixa muito feliz.

Enfim, apenas queria registrar o quão esta data significa para mim.

Parabéns, meus amigos. Meus grandes amigos!

11-10-2008 – 10 ANOS DA TURMA!

Observação: o próximo post será dedicado exclusivamente à minha amada, em comemoração aos 10 anos de nosso grande e infinito amor!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Politicagem Maldita!



Sinceramente, às vezes tenho vergonha de ser um cidadão brasileiro.
As eleições realizadas no domingo são a prova maior de que nosso país é um fiasco total no que se refere à democracia. Acredito, inclusive, que a grafia desta palavra deveria ser alterada para “compradevotocracia”.
O que se viu, e o que se verá nas próximas eleições, é uma disputa de quem compra mais votos. Grande parte das pessoas, infelizmente, vota com o bolso, e não com a consciência; um total absurdo!
Fico chocado com a inocência dos munícipes. Ou melhor, fico decepcionado.
Sempre após a divulgação do resultado das eleições, os ditos cidadãos amontoam-se nos principais pontos da cidade para festejar. Pergunto: Comemorar o quê? A candidatura daqueles que vão nos decepcionar pelos próximos quatro anos?
De que adianta hastear bandeiras em praça pública? É Ingenuidade pensar que o povão, em sua grande maioria, restará beneficiado com a posse dos novos governantes. No fim das contas, é sempre a mesma história: poucos são beneficiados em detrimento de muitos.
Claro que há candidatos honestos e decentes. Mas todos nós sabemos que estes fazem parte de uma utópica minoria.
Não tenho vergonha de dizer que votei em branco! Ainda que esta seja a pior opção de voto, pelo menos ainda sigo firme nos meus ideais. Ao menos posso dizer que não me deixei ludibriar por essa politicagem que se instaurou em nosso país.
Poderia falar horas sobre esse assunto, mas acredito que não vale a pena.
Fica, aqui, o meu protesto!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Livro II

O Livro, surpreendentemente, está saindo do papel. Diria mais, está tomando vida própria.
A cada dia que passa, surpreendo-me mais com tudo isso. Não imaginava o quão poderia ser gratificante criar uma história e dar vida a personagens até então inexistentes.
É como se os personagens, de alguma maneira inexplicável, fizessem parte de minha vida.
Acreditava que dar continuidade à idéia inicial fosse algo extremamente difícil. Contudo, com o passar dessas duas semanas, pude observar que a realidade é outra. Parece-me que sou apenas um mero coadjuvante de um livro cujo enredo acaba por se criar sozinho.
Agora, já sei o que eu quero ser quando crescer: Quero ser escritor!
Não ambiciono a fama, riqueza ou sucesso; Quero apenas escrever por escrever!
Com toda a certeza, esse será o primeiro de muitos livros que ainda estão por vir.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Livro

Poucos, porém fiéis leitores:
Estou a me aventurar no campo literário, eis que estou escrevendo um romance.
Embora seja algo complexo e difícil de se realizar, é extremamente prazeroso.
Já foram escritos dois capítulos do livro, cujo nome e história ainda não podem ser divulgados.
Informo, contudo, que o blog continuará sendo atualizado normalmente.
Abraço a todos.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Benditas (malditas) pernas

De repente, sua vida parou.
Juca era um cara bem normal, daqueles que passam a vida inteira sem sequer ser notado. Ao longo de seus 38 anos, nunca fez algo que lhe desse orgulho. Era divorciado e, pasmem, tinha cinco filhos, os quais arrancavam quase que a totalidade de sua parca remuneração.
Sua vida se resumia basicamente ao trabalho. Laborava no setor administrativo de uma exportadora de cadarços de sapatos, ou, como ele próprio definia: "o emprego mais chato de todas as galáxias".
Embora morasse sozinho, saía pouco de casa. Eram raras as vezes que seus amigos conseguiam tirá-lo de seu sofá e levá-lo a alguma festa. Entretanto, sua vida estaria prestes a mudar, e tudo por causa de uma minissaia. Ou melhor, "a" minissaia.
Era uma festinha da empresa. Um churrasco realizado na casa do Chefe. Tudo transcorria normalmente. Os funcionários, na sua maioria, estavam embriagados, contando piadas e falando bobagens, assim como são todas as festas de trabalho.
Lá pelo meio da festa, no entanto, a vida de Juca mudou, e seu mundo jamais foi o mesmo. Renata, uma de suas colegas da exportadora, adentrou no recinto usando uma minissaia, e, de repente, o Universo parou.
Para Juca, aquilo representava muito mais que um belo par de pernas. Ele estava literalmente apaixonado. Como num milagre da natureza, parou de agir como um idiota e passou a ter um único objetivo em sua vida: conquistar a dona daquelas pernas, aquelas benditas pernas.
Sua vida, então, começou a girar em torno de Renata.
No início, os amigos começaram a duvidar de seus sentimentos por Renata, alegando que alguém jamais poderia se apaixonar apenas por ver as pernas de alguém. Entretanto, Juca recusou o rótulo dado por seus colegas e, sem titubear, afirmava em alto e bom som: "Estou apaixonado!".
Mais do que apaixonado, Juca começou a mostrar-se obsessivo. Começou a seguir Renata, freqüentar os mesmos locais e a fotografá-la. Estava perdidamente enlouquecido por aquela mulher.
Meses se passaram e Juca ainda nutria sentimentos pelas coxas de Renata, porém sua vida estava prestes a virar de cabeça para baixo. Era uma sexta-feira à tarde quando ficou sabendo que Renata tinha sido promovida e iria comandar uma filial da empresa localizada na Groenlândia.
Juca, inconformado, não parava de repetir: "Estou arruinado! Estou arruinado".
Aos poucos foi se acostumando com a ausência de Renata e sua vida foi voltando ao normal. Como ele mesmo descrevera, "estava voltando à sua patética rotina".
Somente anos mais tarde Juca conseguiu entender o que lhe acontecera. Na verdade, nunca estivera apaixonado por Renata, mas obcecado em tentar dar sentido à sua triste existência. A adoração dos membros inferiores de sua colega era, pura e simplesmente, o pretexto que lhe faltava para dar início a novas mudanças que ainda estavam por vir.
Juca, então, nunca mais foi o mesmo homem. Aprendeu a viver aproveitando o que há de melhor na vida, vivendo intensamente cada segundo. Porém, até hoje, toda vez que vê uma minissaia, fica todo arrepiado e com medo de que o fatídico episódio outrora vivido volte a atormentá-lo.
Inutilmente, já procurou a ajuda de diversos especialistas, bem como tomou todos os psicotrópicos existentes no mercado negro, mas nada adiantou. Toda vez que pensa em uma minissaia, seu mundo quase pára, sua vontade de viver diminui e seus amigos se desesperam. Malditas pernas aquelas, malditas pernas.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Profissão: Corneteiro!



Em todos os círculos de amigos, em todos os ambientes de trabalho, enfim, em todos os lugares freqüentados por mais de uma pessoa, sempre há um corneteiro de plantão. Sempre foi assim e sempre vai ser, faz parte da natureza humana, ou pelo menos é isso que eu acredito.

Pasmem, mas sacanear um amigo é algo peculiarmente prazeroso.

Claro que para tudo tem um limite, de modo que a “flauta” não tome proporções astronomicamente chatas. Também deve haver certo cuidado quando da escolha da pessoa a ser sacaneada. A título de exemplo, imagine o presidente do Irã tirando sarro do armamento bélico utilizado pelos Estados Unidos...

Por experiência própria, sei que sacanear e ser sacaneado pelos amigos fortalece o ciclo de amizades. Oras, se você tem a liberdade de esculachar seus amigos até a morte, é porque eles prezam muito por você (se você é um sacaneador, saberá do que estou falando).

A arte de sacanear deveria ser promovida à ciência e constar da grade curricular do ensino básico brasileiro. Tal atitude traria reflexos imediatos à nossa sociedade, dentre os quais, destaco:

- Teríamos crianças menos ingênuas;
- Habituadas a brincadeiras, as pessoas comuns sempre entenderiam a piada;
- Acabaria aquela famosa expressão: “não entendi...”;
- Poderíamos tirar sarro de nossos chefes sem medo de represálias;
- Viveríamos em uma sociedade menos formal e hipócrita.

Enfim, a liberação da “cornetagem” só traria benefícios ao bem estar social da população mundial. Se fosse candidato a alguma coisa, essa seria minha plataforma de governo.

Engraçado, mas só agora me dei conta que todo político é um corneteiro profissional, já que não lhes basta sacanear a população, precisam também rir dos ingênuos cidadãos que os elegem.

Pensando bem, não deveria ter escrito este texto...

Ahhhhhhhhhhh, te peguei! Estava só brincando! VIVA À CORNETAGEM!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Aniversário



exatos 26 anos, eu nasci .

Acredito que os aniversários devam ser comemorados, já que são uma espécie de ritual de passagem do tempo. Às vezes, precisamos nos lembrar que a vida passa diante de nossos olhos, para que não façamos dela uma experiência medíocre, como muito se vê por aí.

Já que jamais teremos o domínio do tempo, precisamos aproveitar a vida de uma maneira sábia.

Carpe diem!

Queria, então, explicitar a tradução da música "time", do Pink Floyd, quase um tratado sobre o assunto:

"As horas passam marcando os momentos
Que se vão, que formam um dia monótono
Você desperdiça e perde as horas
De uma maneira descontrolada
Perambulando num pedaço de terra
Na sua cidade natal
Esperando alguém ou algo
Que venha mostrar-lhe o caminho

Cansado de deitar-se na luz do sol
De ficar em casa observando a chuva
Você é jovem e a vida é longa
Há tempo de viver o hoje
E depois, um dia você descobrirá
Que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida

E você corre e corre para alcançar o sol
Mas ele está indo embora no horizonte
E girando ao redor da Terra para se levantar
Atrás de você outra vez
O sol permanece, relativamente, o mesmo
Mas você está mais velho
Com o fôlego mais curto
E a cada dia mais próximo da morte

Cada ano está ficando mais curto
Nunca você parece ter tempo.
Planos que tampouco deram em nada
Ou em meia página de linhas rabiscadas
Insistindo num desespero quieto
É a maneira inglesa
O tempo se foi, a canção terminou
Pensei que tivesse algo mais a dizer"

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Mudanças

Foto: www.ambienteemfoco.com.br/?p=792


Estamos sempre nos reinventando. Hoje, não sou mais quem eu fui ontem. Amanhã, serei outro. Talvez melhor, talvez pior - quem vai saber. Dizem alguns que essa é a graça da vida!

As mudanças são sempre constantes, quer você queira ou não. A vida é dinâmica, e nada podemos fazer a respeito.

Você gastaria de ser um "ser imutável"? Chato, cujos pensamentos seriam sempre os mesmos sob toda e qualquer hipótese? Avise-me, então, pois se assim você for, não quero mais ser seu amigo.

Mudar nossos conceitos é bom. Viver novas perspectivas nos dá ânimo, sobretudo para aqueles radicalmente arredios a toda e qualquer forma de mutação. Um brinde às mudanças! Às mudanças boas, é claro.

Como diria o grande Raul, em uma de suas epifanias músico-literárias: "eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Eu quero casar!



Sim, eu quero casar!

Atualmente, muitas pessoas têm vergonha de admitir que querem casar. Putz, qual o problema com o casamento? Há algumas décadas, o casamento era algo digno, certo?

Nos dias atuais, fala-se muito que o casamento é uma instituição falida, será mesmo verdade?

O problema são as pessoas e nada mais. Oras, é fácil culpar uma instituição, quando na verdade a culpa é única e exclusivamente das partes envolvidas.

Nesta sociedade moderna, todos querem liberdade, porém não admitem solidão. Todos querem felicidade, mas não querem envolvimento. Comprometimento? haha, essa foi boa... Querem ser respeitados, mas não querem respeitar. Assim é muito fácil. Bônus sim! Ônus não!

Não tenho vergonha de dizer: Sim, eu quero casar.

Quero ter uma família tão bela quanto a minha. Quero chegar em casa e aproveitar o aconchego do lar nos braços de minha linda esposa. Quero ser feliz ao lado da pessoa que escolhi para passar o resto de meus dias e, mais tarde, ter filhos.

Há algo de errado em morar junto da pessoa que você ama e formar uma "instituição"? Óbvio que não. Certo que estou me referindo às pessoas que têm vergonha em admitir o sonho do casamento. Quanto àqueles que não casam por convicção, aí já é outra história...

Quando estava quase acabando este texto, surpreendi-me pensando que muitas pessoas irão discordar das idéias mencionadas, quem sabe até duvidarão de minha sanidade. Mas não adianta, estou convicto: Quero sim me casar! Sempre quis. Juro.

Meu pensamento démodé, contudo, não existe apenas por existir. Sou assim por ter encontrado a pessoa certa - a pessoa que amo. Se diferente fosse, talvez eu não compartilhasse dos mesmos ideais e acabaria por estar ao lado dos solteiros eternos. Ao menos estaria na moda...

Ps: Odeio a moda!

Obs. Texto escrito para minha linda esposa! 

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Problemas diários


Foto: i204.photobucket.com/.../problema-tecnico.gif

Obs: O texto abaixo foi escrito há algum tempo e confesso que relutei muito em publicá-lo. Porém, diante da insistência de meu "eu interior", tomei coragem e resolvi postá-lo.
ATENÇÃO: Meu "id" responsabilizou-se por todas as besteiras abaixo descritas. Nesse passo, as críticas eventualmente existentes tão-somente poderão ser direcionadas a ele.

Todos os dias, sem exceção, temos alguns problemas a resolver. Problemassos, probleminhas ou apenas problemas, o que muda é apenas a complexibilidade inevitável do problema nosso de cada dia.

Afinal, como se resolve essa problemática?

Infelizmente, não há solução. A menos que você acerte na loteria, os problemas o perseguirão pelo resto de seus dias, e isso é fato.

Em que pese um eventual ganhador da loteria também estar à mercê dos problemas diários, sabe-se que os problemas afetos a essa classe social são bem diferentes daqueles usufruídos pelos simples mortais. Os problemas em questão, portanto, tais como "onde vou aplicar meus milhões?", ou "devo comprar uma iate ou um helicóptero?", encaixam-se na categoria "probleminhas", a qual dispensa maiores comentários.

Não se pode olvidar de registrar que os problemas ora mencionados não se referem ao amor. Os problemas amorosos podem atacar a todos - indiscriminadamente -, não importando a classe social ou o tamanho da sua conta bancária. Esses são os chamados "problemassos", alheios à compreensão humana.

Cumpre lembrar que há uma corrente minoritária defensora veemente dos problemas diários. Alegam os estudiosos dessa corrente, entre outras coisas, que pequenos problemas são saudáveis para o bom exercício do corpo e da mente, haja vista que a ausência de preocupações pode causar danos irreversíveis ao caráter e à humildade.

Alguns nutricionistas neo-liberais, no auge da sua audácia, chegaram a afirmar que a prática da ideologia do "eu-devo-problematizar" acaba por ajudar expressivamente na queima de calorias, já que o corpo humano move, em tese, 49 músculos quando da conjugação de esforços corporais para expressar aquela famosa careta de preocupação.

Já a classe conservadora, por sua vez, defende a tese de que os problemas devem continuar como estão. Os pobres com os problemas e problemassos, e os ricos com os probleminhas. Argumentam, entre outras conveniências inerentes ao seu "incorruptível" caráter, que as pessoas menos abastadas já estão fadadas a serem problemáticas.

A associação dos alunos primários - AAP, cujos membros cursam a 4º série do ensino fundamental, aduz ser insustentável a atual situação dos seus membros. Propõe, nesse passo, sejam abolidos os livros de matemática, a fim de que os "problemas" temáticos, em especial os que envolvam trens em movimento, desapareçam por completo da grade curricular.

Não poderia deixar de registrar, por fim, que atualmente existe um grupo hábil a ajudar pessoas dependentes de problemas, denominado "P.A." - Problemáticos Anônimos - cujos membros esperam de braços abertos pessoas portadoras da "síndrome de hair", ou, como é popularmente conhecida no Brasil, a chamada síndrome dos problemas cabeludos.

sábado, 24 de maio de 2008

Poesia para meu amor


Foto: http://www.img.lx.it.pt/~plc/PDI_MSIG/ficheiros/rosa.jpg


Sem você, tudo fica sem graça
Aliás, apenas você faz meu mundo ter graça

Embora a vida nem sempre seja tão bela
Você me faz vê-la com o melhor olhar possível
Olhar daqueles que amam
Daqueles que sabem o que é viver...

Eu amo
Mas o que eu amo é viver ao seu lado
Ao lado do amor
Ao seu lado, meu amor

Preciso de você sempre
compartilhando os sentimentos
Porém apenas na alegria e no amor
pois nosso amor não tem dor

Quando estou com você
Não há coisas feias e belas
Tão-somente as belas

Chuva, com você, só se for para comer bolinhos
Você é sol, calor e luz
Você, mais do que tudo, me traduz
Você é o meu dicionário
O meu significado

Já fui, sou e sempre serei feliz
Como já disse, sou daqueles que amam
Mas o que eu amo é viver ao se lado
ao lado do amor
ao seu lado, meu amor


terça-feira, 20 de maio de 2008

Do que você tem medo?


Foto: educar.wordpress.com/2006/10/page/3/

Já perceberam como todos têm algum medo? Medo de bichos, de pessoas, de amar, de viver, de andar de bicicleta, medo de qualquer coisa. Não importa a categoria nem o tamanho, todos têm algum medo.

Acredito que deva haver algum motivo para a existência desse sentimento. Nada existe por acaso, e o medo não pode ser diferente. Momentaneamente, meu maior medo é não conseguir terminar de escrever este texto sem repetir a palavra "medo" mais de 264.325 vezes...

É claro que nem sempre conseguimos vencer todos os desafios que a vida nos impõe, seja por não estarmos totalmente preparados ou por não termos em mãos um bom dicionário de sinônimos, mas isso é outra história.

Exemplificando. Quem não sente um arrepio só de pensar em ir ao dentista? Ainda que seja um sentimento capaz de atingir a todas as pessoas, indistintamente, cada indivíduo potencializa seu medo de forma diferente, não é mesmo Dra. Pricila?

Nesse passo, um indivíduo que morre de medo de dentista, ao pensar em um, já imagina um profissional mal intencionado, com uma certa tendência ao sadismo. Dirige-se ao dentista como se estivesse atravessando o corredor da morte, como se estivesse repousando sua cabeça sob a lâmina de uma afiada guilhotina, o que me parece um tanto quanto razoável.

Exageros à parte, esse não é o grande problema. O problema maior se dá quando o indivíduo deixa de enfrentar seus temores, a ponto de deixar seus dentes à mercê da sorte, in casu, das cáries. Cumpre lembrar que, em que pese ser um exemplo fútil, ilustra bem os danos que esse sentimento é capaz de nos proporcionar.

Você já se imaginou sem medos? Certa vez, li em algum lugar (ou assisti em um filme, agora não me recordo) que uma pessoa corajosa não é aquela em que o medo se faz ausente, mas assim aquela que o enfrenta; aquela que luta contra seus medos com toda sua força, independentemente do resultado final.

Puxa, seria ótimo não ter medo de nada. Mas, se pensarmos bem, ele existe como um certo moderador, ou melhor, como um certo mecanismo de defesa, às vezes, pertinente, às vezes, não.

Em tese, é bem simples: basta perguntar a si mesmo quantas vezes você já se safou de alguma situação constrangedora apenas por ter medo de algo. Porém (sempre existe um porém), a recíproca é verdadeira, já que diversas vezes acabamos por nos prejudicar em virtude de um temor qualquer.

A conclusão mais apropriada, portanto, é que, embora o medo seja chato, às vezes se faz necessário. Ora, todos devemos aceitar nossos medos, contudo não podemos permitir que eles tomem conta de nossas vidas.

Em um discurso utópico e literário, seria fácil aconselhá-los a baterem de frente com seus maiores temores. No entanto, de volta a vida real, nada resta dizer senão que devemos respeitar nossos medos, dando-lhes a certeza de que, mais cedo ou mais tarde, os desafiaremos em uma batalha sem volta - o que nos beneficiará, ou não.

O que não se pode, isto sim, é "ter medo de ter medo"!

Mas afinal, do que você tem medo?

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Educação Já!

Foto: http://faggiani.files.wordpress.com/2006/08/sala_aula.jpg

Segunda, dia 28/04, foi o dia da educação. A princípio, uma data muito especial, digna de diversas comemorações. Entretanto, não é o caso de nosso país.

Ainda que existam muitas pessoas esforçadas, muitas escolas e comunidades empenhadas no aprendizado de seus alunos, isso não passa de exceção. É visível que vivemos em um país hipócrita, em que muitos professores fingem que ensinam e alunos fingem que aprendem.

Todos sabemos que a educação é um dos pilares do crescimento, então por que ninguém faz alguma coisa para mudar o cenário atual? Se nós elegemos políticos a cada quatro anos, no intuito de que nos representem e ponham em prática nossos ideais, por que eles não fazem nada nesse sentido?

A educação no Brasil é algo triste, para não dizer deplorável. É lamentável como as crianças deste país – as quais também poderiam ser denominadas “vítimas” – são educadas.

A culpa, como não poderia ser diferente, não é dos alunos. Crianças e adolescentes não têm interesse em aprender química ou biologia, querem apenas aproveitar a vida que começa a aflorar diante de suas jovens percepções. Os jovens precisam de estímulos, incentivo e, até mesmo, de alguém responsável que “pegue no seu pé”.

Ademais, nunca é demais lembrar que a educação começa em casa. Precisamos de mais caráter no seio familiar, de mais respeito ao próximo, de mais zelo na criação de nossos filhos. Em que pese todos saberem disso, ninguém o faz... Sem isso, de nada adianta uma educação de qualidade na escola.

Precisamos investir muito mais na educação escolar, sobretudo nas escolas públicas. De que adianta incentivarmos um professor a desenvolver um bom trabalho se, no fim do mês, seu trabalho não é monetariamente recompensado. É fácil dizer que os professores trabalham por amor à profissão, mas difícil mesmo é receber a sua parca remuneração.

Se ser professor é uma profissão tão bela e digna, por que você não larga seu emprego e não vai ser professor? É fácil usar tal argumento quando se é bem remunerado.

Aumentar o salário da classe docente, mais do que uma obrigação política, é uma obrigação moral, digna de uma urgência médica. Não, não sou professor, porém abraço a causa desses profissionais tão prejudicados e tão importantes para a sociedade. Não é preciso ser nenhum gênio para saber que, quanto maior a remuneração de um professor, maior será a procura por tal profissão, em que se destacarão aqueles mais qualificados.

Enfim, nosso país é uma vergonha no que se refere à educação. Se, aqui no sul, a educação pública já é fraca, imagine no nordeste, uma região rodeada por cidades pobres.

Precisamos de mudanças! Precisamos de educação de verdade!

Um dia desses, acabei ajudando a dois jovens. Pediam, dentre outras coisas, ajuda para fazerem aquilo que deveria ser gratuito e universal: estudar! Ora, o que há de errado com o mundo? Por que tanta desigualdade? Por que apenas pessoas com dinheiro podem ter acesso a bons estudos? Universidades públicas, como é do conhecimento de todos, não são acessíveis à população carente. Precisamos mudar enquanto há tempo, nem que seja apenas a mentalidade!

Mais educação - é disso que o nosso país precisa!

Educação já!

sábado, 12 de abril de 2008

O futebol nosso de cada dia

Foto: retirada junto ao site http://www.futebolnews.com/galerias/wallpaper/futebol.jpg

I - O fato hipotético

Imaginemos uma partida de futsal. O jogo transcorria normalmente, até que seu time perdeu um gol incrível, daqueles que irão fazer uma falta considerável na apuração do resultado final, já que perder por 13 a 0 é muito menos vexatório do que perder por 14 a 0.

Não bastasse tal acontecimento, o time adversário, imbuído em aumentar o escore deveras dilatado, e com uma vontade inerente a qualquer atleta que joga uma final de copa do mundo, arranca em direção ao seu campo de forma inescrupulosamente voraz.

Até o momento, tudo parece perdido... Parece!

II – O senso de coletividade

Você, inconformado com a iminência de mais um gol em desfavor de seu segundo time do coração, e com uma perspicácia coletiva inimaginável em outros esportes que não o futebol, levanta-se e parte desesperadamente em direção ao seu campo de defesa.

Embora nada pareça mais claro e consumado que o gol do adversário, assim como a conseqüente derrota momentânea do orgulho pessoal de cada jogador do seu time, você corre como nunca, chegando a ouvir seu inconsciente gritar: “run Forest, run”!

III – A defesa

Em frações de segundo, o atacante adversário dribla o goleiro do seu time e, quando já está quase correndo para os braços da torcida imaginária, chuta para o gol vazio...

De repente, você – assim como um guerreiro tribal – dá um carrinho transcendental e salva aquilo que parecia já concretizado, levando ao delírio todos os outros quatro jogadores do seu time. Afinal, em uma visão otimista, de dar inveja até mesmo à minha mãe (diga-se de passagem, a pessoa mais otimista do Universo), não há mais gol a lamentar, e sim uma defesa a comemorar.

IV – A dúvida

Ao se jogar em direção à bola, lamentavelmente, as marcas da batalha evidenciam-se em seu corpo. Sua perna fica machucada. Seu calção, como uma armadura amassada, rasga-se... Enfim, efeitos colaterais da força de vontade.

Como não poderia ser diferente, perguntas emergem dos fatos mencionados, destacando-se as seguintes:

Se você soubesse que iria se machucar, teria salvo aquele gol?
Ou, ainda, se você soubesse que o fato de salvar aquele gol em nada mudaria o resultado da partida, você o salvaria mesmo assim?

V – Conjecturas

De fato, fazer um gol é algo incrível, indescritível. Para alguns, o que há de melhor nesse mundo. Para alguns, não para mim (registre-se). Porém, por vezes, aquilo que era para ser algo imensurável, acaba por não se mostrar tão belo, seja pelo implícito egoísmo de quem faz o gol ou daquele que o pretendia fazer.

A defesa, diferentemente, traduz a comemoração mais pura de um lance de futebol. Todos os jogadores, sem exceção, comemoram a defesa de um “quase-gol”, que dirá de um gol praticamente consumado, hábil a ensejar a humilhação semanal do seu time.

Mais do que isso, inunda os jogadores de uma garra até então deixada de lado, o que resulta num esforço coletivo desumano em busca da vitória impossível, pelo menos na situação acima proposta.

Gratificante saber que um lance defensivo, antagônico ao objetivo primordial de uma partida de futebol, qual seja, a concretização do gol, é dotado de uma beleza surpreendente.

Diria, finalmente, que mais prazeroso é a possibilidade de filosofar sobre algo tão paradoxalmente simplório e denso. Penso que tudo na vida se resume a isto: Simplificar torna tudo mais fácil, porém complicar torna tudo mais legal.

sábado, 5 de abril de 2008

Depressão "genérica"






Você conhece alguém com depressão? Poderia, aqui, citar umas vinte e seis mil pessoas que se dizem portadoras dessa doença. Alguém me diga: - Qual o problema das pessoas?

Não sou médico, tampouco psicólogo ou psiquiatra, mas convenhamos que é fácil perceber que essa é a doença da moda. Parece-me que virou a desculpa preferida do “Movimento dos Sem Força de Vontade”.

Acredito, realmente, que há pessoas depressivas. Refiro-me, nesse texto, apenas às pessoas portadoras da “pseudo-depressão”, que atribuem a si algo totalmente inexistente. Para esse tipo de pessoa, é preferível complicar a facilitar, e aí que mora o problema.

A felicidade, como todos estamos cansados de saber, é algo que se conquista nas coisas mais simples. Será tão difícil entender isso?

Claro, no pobre entender dessas pessoas, é mais fácil utilizar-se dos mais variados antidepressivos a enfrentar a vida real. Esconder-se atrás de uma caixa de remédio é mais fácil... não?

Não bastasse o mal considerável que fazem a si mesmas, essas pessoas sobrecarregam o Sistema Único de Saúde do País, tirando as benesses da gratuidade daqueles realmente necessitados, dada a limitação dos medicamentos eventualmente distribuídos.

Não é demais lembrar que quem paga o tratamento dos “pseudo-depressivos” é você, caro contribuinte. Dinheiro esse que poderia ser investido na educação! É lamentável que vivamos num país assim, assolado por uma doença dissimulada, um legítimo delírio coletivo.

A culpa é nossa! Não podemos fomentar tal situação, elegendo-os coitadinhos da vida moderna. Todos deveriam mobilizar-se enquanto há tempo, antes que os “pseudo-depressivos” façam uma revolta armada, criem uma associação paramilitar e tomem de assalto o Governo das pessoas felizes. Afinal, há que pense ser bonito estar com depressão. Vai entender...

E você, “pseudo-depressivo”, se por ventura estiver a ler este texto, saberá do que estou falando. Então, faça um favor ao mundo e pare de utilizar-se dos problemas, os quais são comuns a todos, e viva a vida intensamente, sem se esconder sob as asas tristeza.

O HOMEM PODE SER TUDO, MENOS COVARDE.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Destino


Nunca fui muito supersticioso, daqueles que acreditam em horóscopo, lendas ou coisas similares. Sempre acreditei, ao menos em parte, que por detrás das coisas mais absurdas, sempre há uma explicação lógica.

No entanto, não posso negar que sempre acreditei em destino.

É incrível como a vida, de um jeito ou de outro, sempre acaba por nos surpreender, criando situações incríveis. É como se, nas palavras de Paulo Coelho, o mundo conspirasse para o acontecimento impreterível de determinados fatos, os quais podem ou não ser imprescindíveis para a sua felicidade.

O futuro nada mais é do que conseqüência direta das atitudes que tomamos no presente? Ou será que as atitudes que tomamos estão interligadas a um fato futuro, a ponto de agirmos implicitamente sempre em conformidade com aquele, outrora determinado por forças ocultas à nossa percepção ou capacidade de compreensão?

Os filmes produzidos em Hollywood são um bom exemplo dos acontecimentos mais perspicazes no que se refere ao destino. Há, como não poderia ser diferente, quem acredita tratar-se de exageros da indústria cinematográfica, com o intuito exclusivo de gerar dinheiro, porém repudio tal argumento.

As situações usualmente explicitadas nas telas reproduzem a vida real. Então, a vida imita a arte? Talvez...

Imagine uma pessoa que acaba de sair de um evento traumatizante, uma situação "quase-morte", como um tiroteio em uma favela e, após chegar em casa, acaba morrendo ao comer uma empadinha. Ou, talvez, um daqueles momentos em que, ao tentar conquistar o amor de sua vida, tudo dá certo; até mesmo a música, o que é raro nos dias atuais.

Aliás, quem nunca se viu surpreendido por acontecimentos anteriormente indesejados?

A vida é complexa, e isso é fato. Porém, mais complexo que isso, é a compreensão dos mecanismos por ela utilizados para determinar nossos futuros, a ponto de a frase "Deus escreve certo por linhas tortas" ser um argumento deveras plausível.

O destino evidencia-se aos meus olhos cada vez mais incompreensível, mas, ao mesmo tempo, incrivelmente carecedor de uma ciência exclusiva para o seu estudo.

Acredito, ainda, que não importa se você é o escritor de seu destino ou apenas mero ator interpretando um papel já delimitado por um roteiro. O que importa é o quão você quer mudar seu destino e o quão você é forte para tanto. Agora, se você vai obter êxito nessa empreitada, aí já é outra história...

Partindo da premissa de que jamais saberemos se os esforços no sentido de mudar nosso destino serão eficazes, de que adianta tentar mudá-lo? Oras, caso possamos mudá-lo, ótimo! (ou não...) Caso contrário, ao menos teremos sempre a certeza de que fizemos tudo nesse sentido, o que pode fazer a diferença entre a felicidade ou a melancolia eterna.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Concurso público. Dicas nada convencionais...

Foto retirada junto ao site: adeusmundocruel.wordpress.com/2007/08/
Concurso público...

Em tese, ser aprovado em um concurso público deveria ser uma eqüação simples. Bastaria ao candidato estudar a matéria constante do edital e, no dia e hora marcados, pintar algumas "bolinhas" no gabarito fornecido pela empresa elaboradora da prova. Pronto, após os referidos trâmites, seria só esperar o resultado e comemorar!

Quem dera...

Nos dias atuais, ser aprovado em um concurso público pressupõe muito mais do que apenas estudar. Necessário se faz, dentre outras coisas, tempo livre para dedicar-se, saber dar preferência a determinadas matérias, preparar-se mental e fisicamente para o dia da prova, deixando de lado as pressões inerentes à sua realização e, mais do que tudo isso, ter força de vontade.

Força de vontade, eu diria, é a coisa mais importante na longa jornada da aprovação. Sem ela, nada feito.

Mais do que isso, é preciso acreditar! Imaginar-se no exercício do cargo! Sonhar... Ou, ainda, nas palavras de Renato Russo: "Quem acredita sempre alcança".

Após conjugar todos esses esforços, os quais devem ser aliados a muitas horas de estudo (é óbvio), é só colher os frutos da tão sonhada aprovação.

Não falo só da remuneração ou da estabilidade, mas da sensação de superação, de saber que, se você foi aprovado em um concurso com milhares de candidatos, você pode qualquer coisa!

E, aos concursandos de plantão que por ventura vierem a ler meu texto, desejo-lhes boa sorte na busca incessante pelo "cargo perdido"!
Bom, vou parando por aqui, eis que amanhã tenho muitas horas para estudar...



segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

"Amor, meu grande amor..."














Como é fácil escrever sobre o amor que sinto por você. Adianto, desde já, que não se trata de um amor simplório, normal aos casais tão comuns nesta época. Trata-se, pelo contrário, de um amor imensurável, com proporções astronômicas, por assim dizer.
Infelizmente, por mais que me esforce, você jamais saberá o quão é grande meu amor, pois é impossível transformar em palavras tão belos sentimentos.
Minha linda, eu a amo incondicionalmente!
Sinto que ficarei apaixonado por você pelo resto de meus dias, porém sem o sofrimento inerente às paixões. Sinto presente em mim, há anos, a junção mais que perfeita da paixão e do amor, com a certeza da duração eterna.
Almas gêmeas? Não sei. Mas, almas que se amam acima de tudo? Com certeza!
Você, mais do que ser minha amada, faz parte de minha vida. Faz parte do meu caráter e, indiscutivelmente, dos meus sonhos mais felizes. Você é a minha essência, o meu amor, o combustível que faz o meu mundo girar.
Tenha sempre a certeza de que darei meu sangue para sempre fazê-la a mulher mais feliz e mais amada de todo o Universo.
Com todo amor do mundo e com um carinho descomunal, seu Kelvim.