quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Novos Horizontes

Desde que me conheço por gente, sempre fui um pouco avesso a mudanças

Aquele tipo de pessoa que costuma resistir às metamorfoses que a vida, vez ou outra, nos impõe.

[Da série: não se mexe em time que está ganhando]

Por que eu era assim? não sei dizer... 

Mas era. Ponto.

Nos últimos anos, contudo, descobri que mudar as coisas é um tanto interessante.

Fundamental talvez seja a palavra que melhor defina.

Tanto que, até mesmo as mudanças não planejadas, de uma forma ou de outra, acabam nos favorecendo.

Descobrimos novos gostos, novos interesses, novos talentos, novas pessoas, etc.

Em resumo, descobrimos aquelas coisas que deixamos para trás quando repetimos sempre o mesmo comportamento.

Até mesmo nosso autoconhecimento melhora. Afinal, nada como uma guinada radical na vida para fazer com que você acabe apreendendo mais sobre seu mais profundo "eu".

Não me perguntem de onde tirei isso.

Acho que não deveríamos nos assustar tanto assim com o "novo", com o inesperado. 

Se for parar para pensar, a probabilidade de que as coisas melhorem é grande. 

Digo isso com convicção porque uma mudança radical é tipo um chute na bunda.

É como se a vida lhe tirasse da inércia.

No fim das contas, talvez seja apenas meu lado otimista se manifestando mais uma vez.

De qualquer forma, como diria o mestre Humberto Gessinger, "Novos horizontes... se não for isso, o que será?"

Oremos.

Um comentário:

Rita de Cássia disse...

Muito bom. Até um chute na bunda nos leva para frente.����������