segunda-feira, 14 de julho de 2014

Envelhecendo aos 46 do segundo tempo!


Imagem: http://3.bp.blogspot.com/

Julho chegou e, com ele, a iminência de mais um aniversário.

A iminência porque ele se dá praticamente no apagar das luzes do mês: no emblemático dia 30 (confesso que o "emblemático" foi por minha conta).

É como envelhecer aos 46 minutos do segundo tempo. 

Invariavelmente, sempre tenho a impressão de que o mês de agosto chegará antes de envelhecer mais um ano de vida.

Este ano, completarei 32 anos. 

T - R - I - N - T - A - E - D - O - I -S!

Pergunto: Assusta um pouco?

Respondo: Sim, assusta!

Mas me conforta o fato de que, se estou envelhecendo, é porque estou vivo. E estar vivo costuma ser sempre bom.

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Querendo ou não, "fazer aniversário" o torna propenso a conjecturas. 

No mínimo, faz você repensar seus últimos atos, o caminho que você optou seguir, etc. É mais ou menos como um último dia do ano, só que fora de época.

Percebi que até mesmo as tolas e vagas previsões da astrologia parecem fazer sentido nessa época do ano; Afinal, é sempre mais fácil atribuir eventual insucesso ao seu suposto "inferno astral".

Particularmente, gosto dessas sensações inerentes ao "pré-aniversário", pois sempre tenho a impressão de que algo grandioso está prestes a acontecer.

Às vezes, algo grandioso acontece. Às vezes, não.

Enfim, o fato é que estou envelhecendo. E não há nada a fazer a esse respeito.

Nada!

Então, segue o jogo!

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